SALMOS

1Escutai o meu ensino, povo meu; inclinai os vossos ouvidos às palavras da minha boca.

2Abrirei a minha boca numa parábola; proporei enigmas da antigüidade,

3coisas que temos ouvido e sabido, e que nossos pais nos têm contado.

4Não os encobriremos aos seus filhos, cantaremos às gerações vindouras os louvores do Senhor, assim como a sua força e as maravilhas que tem feito.

5Porque ele estabeleceu um testemunho em Jacó, e instituiu uma lei em Israel, as quais coisas ordenou aos nossos pais que as ensinassem a seus filhos;

6para que as soubesse a geração vindoura, os filhos que houvesse de nascer, os quais se levantassem e as contassem a seus filhos,

7a fim de que pusessem em Deus a sua esperança, e não se esquecessem das obras de Deus, mas guardassem os seus mandamentos;

8e que não fossem como seus pais, geração contumaz e rebelde, geração de coração instável, cujo espírito não foi fiel para com Deus.

9Os filhos de Efraim, armados de arcos, retrocederam no dia da peleja.

10Não guardaram o pacto de Deus, e recusaram andar na sua lei;

11esqueceram-se das suas obras e das maravilhas que lhes fizera ver.

12Maravilhas fez ele à vista de seus pais na terra do Egito, no campo de Zoá.

13Dividiu o mar, e os fez passar por ele; fez com que as águas parassem como um montão.

14Também os guiou de dia por uma nuvem, e a noite toda por um clarão de fogo.

15Fendeu rochas no deserto, e deu-lhes de beber abundantemente como de grandes abismos.

16Da penha fez sair fontes, e fez correr águas como rios.

17Todavia ainda prosseguiram em pecar contra ele, rebelando-se contra o Altíssimo no deserto.

18E tentaram a Deus nos seus corações, pedindo comida segundo o seu apetite.

19Também falaram contra Deus, dizendo: Poderá Deus porventura preparar uma mesa no deserto? Acaso fornecerá carne para o seu povo?

20Pelo que o Senhor, quando os ouviu, se indignou; e acendeu um fogo contra Jacó, e a sua ira subiu contra Israel;

21Pelo que o Senhor, quando os ouviu, se indignou; e acendeu um fogo contra Jacó, e a sua ira subiu contra Israel;

22porque não creram em Deus nem confiaram na sua salvação.

23Contudo ele ordenou às nuvens lá em cima, e abriu as portas dos céus;

24fez chover sobre eles maná para comerem, e deu-lhes do trigo dos céus.

25Cada um comeu o pão dos poderosos; ele lhes mandou comida em abundância.

26Fez soprar nos céus o vento do oriente, e pelo seu poder trouxe o vento sul.

27Sobre eles fez também chover carne como poeira, e aves de asas como a areia do mar;

28e as fez cair no meio do arraial deles, ao redor de suas habitações.

29Então comeram e se fartaram bem, pois ele lhes trouxe o que cobiçavam.

30Não refrearam a sua cobiça. Ainda lhes estava a comida na boca,

31quando a ira de Deus se levantou contra eles, e matou os mais fortes deles, e prostrou os escolhidos de Israel.

32Com tudo isso ainda pecaram, e não creram nas suas maravilhas.

33Pelo que consumiu os seus dias como um sopro, e os seus anos em repentino terror.

34Quando ele os fazia morrer, então o procuravam; arrependiam-se, e de madrugada buscavam a Deus.

35Lembravam-se de que Deus era a sua rocha, e o Deus Altíssimo o seu Redentor.

36Todavia lisonjeavam-no com a boca, e com a língua lhe mentiam.

37Pois o coração deles não era constante para com ele, nem foram eles fiéis ao seu pacto.

38Mas ele, sendo compassivo, perdoou a sua iniqüidade, e não os destruiu; antes muitas vezes desviou deles a sua cólera, e não acendeu todo o seu furor.

39Porque se lembrou de que eram carne, um vento que passa e não volta.

40Quantas vezes se rebelaram contra ele no deserto, e o ofenderam no ermo!

41Voltaram atrás, e tentaram a Deus; e provocaram o Santo de Israel.

42Não se lembraram do seu poder, nem do dia em que os remiu do adversário,

43nem de como operou os seus sinais no Egito, e as suas maravilhas no campo de Zoã,

44convertendo em sangue os seus rios, para que não pudessem beber das suas correntes.

45Também lhes mandou enxames de moscas que os consumiram, e rãs que os destruíram.

46Entregou às lagartas as novidades deles, e o fruto do seu trabalho aos gafanhotos.

47Destruiu as suas vinhas com saraiva, e os seus sicômoros com chuva de pedra.

48Também entregou à saraiva o gado deles, e aos coriscos os seus rebanhos.

49E atirou sobre eles o ardor da sua ira, o furor, a indignação, e a angústia, qual companhia de anjos destruidores.

50Deu livre curso à sua ira; não os poupou da morte, mas entregou a vida deles à pestilência.

51Feriu todo primogênito no Egito, primícias da força deles nas tendas de Cão.

52Mas fez sair o seu povo como ovelhas, e os guiou pelo deserto como a um rebanho.

53Guiou-os com segurança, de sorte que eles não temeram; mas aos seus inimigos, o mar os submergiu.

54Sim, conduziu-os até a sua fronteira santa, até o monte que a sua destra adquirira.

55Expulsou as nações de diante deles; e dividindo suas terras por herança, fez habitar em suas tendas as tribos de Israel.

56Contudo tentaram e provocaram o Deus Altíssimo, e não guardaram os seus testemunhos.

57Mas tornaram atrás, e portaram-se aleivosamente como seus pais; desviaram-se como um arco traiçoeiro.

58Pois o provocaram à ira com os seus altos, e o incitaram a zelos com as suas imagens esculpidas.

59Ao ouvir isso, Deus se indignou, e sobremodo abominou a Israel.

60Pelo que desamparou o tabernáculo em Siló, a tenda da sua morada entre os homens,

61dando a sua força ao cativeiro, e a sua glória à mão do inimigo.

62Entregou o seu povo à espada, e encolerizou-se contra a sua herança.

63Aos seus mancebos o fogo devorou, e suas donzelas não tiveram cântico nupcial.

64Os seus sacerdotes caíram à espada, e suas viúvas não fizeram pranto.

65Então o Senhor despertou como dum sono, como um valente que o vinho excitasse.

66E fez recuar a golpes os seus adversários; infligiu-lhes eterna ignomínia.

67Além disso, rejeitou a tenda de José, e não escolheu a tribo de Efraim;

68antes escolheu a tribo de Judá, o monte Sião, que ele amava.

69Edificou o seu santuário como os lugares elevados, como a terra que fundou para sempre.

70Também escolheu a Davi, seu servo, e o tirou dos apriscos das ovelhas;

71de após as ovelhas e suas crias o trouxe, para apascentar a Jacó, seu povo, e a Israel, sua herança.

72E ele os apascentou, segundo a integridade do seu coração, e os guiou com a perícia de suas mãos.

1Escutai o meu ensino, povo meu; inclinai os vossos ouvidos às palavras da minha boca.

2Abrirei a minha boca numa parábola; proporei enigmas da antigüidade,

3coisas que temos ouvido e sabido, e que nossos pais nos têm contado.

4Não os encobriremos aos seus filhos, cantaremos às gerações vindouras os louvores do Senhor, assim como a sua força e as maravilhas que tem feito.

5Porque ele estabeleceu um testemunho em Jacó, e instituiu uma lei em Israel, as quais coisas ordenou aos nossos pais que as ensinassem a seus filhos;

6para que as soubesse a geração vindoura, os filhos que houvesse de nascer, os quais se levantassem e as contassem a seus filhos,

7a fim de que pusessem em Deus a sua esperança, e não se esquecessem das obras de Deus, mas guardassem os seus mandamentos;

8e que não fossem como seus pais, geração contumaz e rebelde, geração de coração instável, cujo espírito não foi fiel para com Deus.

9Os filhos de Efraim, armados de arcos, retrocederam no dia da peleja.

10Não guardaram o pacto de Deus, e recusaram andar na sua lei;

11esqueceram-se das suas obras e das maravilhas que lhes fizera ver.

12Maravilhas fez ele à vista de seus pais na terra do Egito, no campo de Zoá.

13Dividiu o mar, e os fez passar por ele; fez com que as águas parassem como um montão.

14Também os guiou de dia por uma nuvem, e a noite toda por um clarão de fogo.

15Fendeu rochas no deserto, e deu-lhes de beber abundantemente como de grandes abismos.

16Da penha fez sair fontes, e fez correr águas como rios.

17Todavia ainda prosseguiram em pecar contra ele, rebelando-se contra o Altíssimo no deserto.

18E tentaram a Deus nos seus corações, pedindo comida segundo o seu apetite.

19Também falaram contra Deus, dizendo: Poderá Deus porventura preparar uma mesa no deserto? Acaso fornecerá carne para o seu povo?

20Pelo que o Senhor, quando os ouviu, se indignou; e acendeu um fogo contra Jacó, e a sua ira subiu contra Israel;

21Pelo que o Senhor, quando os ouviu, se indignou; e acendeu um fogo contra Jacó, e a sua ira subiu contra Israel;

22porque não creram em Deus nem confiaram na sua salvação.

23Contudo ele ordenou às nuvens lá em cima, e abriu as portas dos céus;

24fez chover sobre eles maná para comerem, e deu-lhes do trigo dos céus.

25Cada um comeu o pão dos poderosos; ele lhes mandou comida em abundância.

26Fez soprar nos céus o vento do oriente, e pelo seu poder trouxe o vento sul.

27Sobre eles fez também chover carne como poeira, e aves de asas como a areia do mar;

28e as fez cair no meio do arraial deles, ao redor de suas habitações.

29Então comeram e se fartaram bem, pois ele lhes trouxe o que cobiçavam.

30Não refrearam a sua cobiça. Ainda lhes estava a comida na boca,

31quando a ira de Deus se levantou contra eles, e matou os mais fortes deles, e prostrou os escolhidos de Israel.

32Com tudo isso ainda pecaram, e não creram nas suas maravilhas.

33Pelo que consumiu os seus dias como um sopro, e os seus anos em repentino terror.

34Quando ele os fazia morrer, então o procuravam; arrependiam-se, e de madrugada buscavam a Deus.

35Lembravam-se de que Deus era a sua rocha, e o Deus Altíssimo o seu Redentor.

36Todavia lisonjeavam-no com a boca, e com a língua lhe mentiam.

37Pois o coração deles não era constante para com ele, nem foram eles fiéis ao seu pacto.

38Mas ele, sendo compassivo, perdoou a sua iniqüidade, e não os destruiu; antes muitas vezes desviou deles a sua cólera, e não acendeu todo o seu furor.

39Porque se lembrou de que eram carne, um vento que passa e não volta.

40Quantas vezes se rebelaram contra ele no deserto, e o ofenderam no ermo!

41Voltaram atrás, e tentaram a Deus; e provocaram o Santo de Israel.

42Não se lembraram do seu poder, nem do dia em que os remiu do adversário,

43nem de como operou os seus sinais no Egito, e as suas maravilhas no campo de Zoã,

44convertendo em sangue os seus rios, para que não pudessem beber das suas correntes.

45Também lhes mandou enxames de moscas que os consumiram, e rãs que os destruíram.

46Entregou às lagartas as novidades deles, e o fruto do seu trabalho aos gafanhotos.

47Destruiu as suas vinhas com saraiva, e os seus sicômoros com chuva de pedra.

48Também entregou à saraiva o gado deles, e aos coriscos os seus rebanhos.

49E atirou sobre eles o ardor da sua ira, o furor, a indignação, e a angústia, qual companhia de anjos destruidores.

50Deu livre curso à sua ira; não os poupou da morte, mas entregou a vida deles à pestilência.

51Feriu todo primogênito no Egito, primícias da força deles nas tendas de Cão.

52Mas fez sair o seu povo como ovelhas, e os guiou pelo deserto como a um rebanho.

53Guiou-os com segurança, de sorte que eles não temeram; mas aos seus inimigos, o mar os submergiu.

54Sim, conduziu-os até a sua fronteira santa, até o monte que a sua destra adquirira.

55Expulsou as nações de diante deles; e dividindo suas terras por herança, fez habitar em suas tendas as tribos de Israel.

56Contudo tentaram e provocaram o Deus Altíssimo, e não guardaram os seus testemunhos.

57Mas tornaram atrás, e portaram-se aleivosamente como seus pais; desviaram-se como um arco traiçoeiro.

58Pois o provocaram à ira com os seus altos, e o incitaram a zelos com as suas imagens esculpidas.

59Ao ouvir isso, Deus se indignou, e sobremodo abominou a Israel.

60Pelo que desamparou o tabernáculo em Siló, a tenda da sua morada entre os homens,

61dando a sua força ao cativeiro, e a sua glória à mão do inimigo.

62Entregou o seu povo à espada, e encolerizou-se contra a sua herança.

63Aos seus mancebos o fogo devorou, e suas donzelas não tiveram cântico nupcial.

64Os seus sacerdotes caíram à espada, e suas viúvas não fizeram pranto.

65Então o Senhor despertou como dum sono, como um valente que o vinho excitasse.

66E fez recuar a golpes os seus adversários; infligiu-lhes eterna ignomínia.

67Além disso, rejeitou a tenda de José, e não escolheu a tribo de Efraim;

68antes escolheu a tribo de Judá, o monte Sião, que ele amava.

69Edificou o seu santuário como os lugares elevados, como a terra que fundou para sempre.

70Também escolheu a Davi, seu servo, e o tirou dos apriscos das ovelhas;

71de após as ovelhas e suas crias o trouxe, para apascentar a Jacó, seu povo, e a Israel, sua herança.

72E ele os apascentou, segundo a integridade do seu coração, e os guiou com a perícia de suas mãos.

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Nossa missão é levar as pessoas a cultivarem um relacionamento com Deus ao invés de uma religião, provendo conhecimento e oportunidades para que estas entendam a vontade de Deus para suas vidas: “Ame o Senhor, o seu Deus de todo o seu coração, de toda sua alma e de todo o seu entendimento”. Este é o primeiro e maior mandamento!

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